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Uma das principais palavras que norteiam os temas de meio ambiente é conscientização. É preciso que as instituições de governo realizem, cada vez mais, investimentos para melhorar as condições ambientais. Além disso, é preciso contar com a participação da sociedade para se obter o mínimo de conhecimento e dar continuidade a algo que veio para melhorar.
Devemos nos preocupar, pois a natureza não perdoa. Os exemplos práticos são vistos diariamente, com as cheias e enchentes no mundo inteiro. Recentemente, acompanhamos o trabalho de desassoreamento e limpeza dos rios da região metropolitana de Curitiba e do litoral e ficamos perplexos com a diversidade de resíduos retirados – desde garrafas pet até bicicletas, sofás e pneus. Além disso, presenciamos também as ocupações desordenadas nas margens dos rios, o que é ilegal e perigoso.
O mais importante neste processo de conscientização é que devemos assumir que, como cidadãos, não estamos respeitando os limites da natureza e que isso vem acontecendo há tempos. No entanto, ainda é possível reverter esse quadro e estamos dispostos a isso. Mas, para tanto, é necessária a participação de toda a sociedade paranaense. É essencial que a população considere que, para o meio ambiente, os rios são como os órgãos vitais do ser humano – essenciais à sobrevivência.
São várias as ferramentas que temos à disposição para proteger rios e mananciais. Desde ações ambientais voltadas para plantios de mata ciliar e recolhimento de resíduos nas margens dos rios até a participação nos planos de bacias hidrográficas do estado. Os planos trazem estratégias e ações necessárias para garantir a quantidade e a qualidade da nossa água. A educação ambiental também é um assunto que já vem sendo trabalhado de forma transversal nas escolas e que está ajudando na conscientização.
Portanto, ferramentas que contribuem para a proteção do meio ambiente não faltam e devem ser aplicadas para garantir qualidade de vida à atual e à futura geração, sempre levando em conta a participação social.
